12 Conselhos para ter um Infarto Feliz!!!

Novembro 18, 2008

Texto muito interessante, e instrutivo. É sempre importante nos mantermos informados sobre os perigos da nossa querida máquina cardíaca.

- Charlie

 

Dr. Ernesto Artur – Cardiologista

 

Quando publiquei estes conselhos ‘amigos-da-onça’ em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

 

1.Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

 

2.Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

 

3.Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

 

4.Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

 

5.Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

 

6.Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

 

7.Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

 

8.Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro.. (e ferro , enferruja!!. .rs)

 

9.Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

 

10.Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.

 

11.Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

 

12.E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

 

Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.

 

OS ATAQUES DE CORAÇÃO: Uma nota importante sobre os ataques cardíacos. Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo e direito. Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes. Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram. Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo. Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (193 ou 190)e diga ”ataque cardíaco” e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro.. NÃO SE DEITE !!!!Um cardiologista disse que, se cada pessoa que receber este e-mail, o enviar a 10 pessoas, pode ter a certeza de que se salvará pelo menos uma vida!

 

 

O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia, mas é longânimo para conosco,não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se (2PE3:9)


O COPO DE ÁGUA

Novembro 17, 2008

Texto muito interessante, que devemos tomar nota e experimentar.

- Charlie

 

 

Um conferencista falava sobre gerenciamento da tensão.

Levantou um copo com água e perguntou à platéia:

- Quanto vocês acham que pesa este copo d’água?

As respostas variaram entre 20 g e 500 g.

O conferencista, então, comentou: Não importa o peso absoluto. Depende de quanto tempo vou segurá-lo.

Se o seguro por um minuto, tudo bem. Se o seguro durante uma hora, terei dor no braço.

Se o seguro durante um dia inteiro, você terá que chamar uma ambulância para mim.

O peso é exatamente o mesmo, mas quanto mais tempo passo segurando-o, mais pesado vai ficando.

Se carregamos nossos pesos o tempo todo, mais cedo ou mais tarde não seremos mais capazes de continuar, pois a carga vai se tornando cada vez mais pesada.

É preciso largar o copo e descansar um pouco antes de segurá-lo novamente.
Temos que deixar a carga de lado, periodicamente. Isto alivia e nos torna capazes de continuar.
Portanto, antes de você voltar para casa, deixe o peso do trabalho num canto. Não o carregue para casa. Você poderá recolhê-lo amanhã. A vida é curta, aproveite-a.


Suíte do Vic

Novembro 5, 2008

Mini-conto escrito para a lista Overlook Hotel do yahoo. Onde assino como Andy Dufresne.

- Charlie/Andy

 

Por Andy Dufresne

 

Andy estava anotando algumas tarefas em seu caderno de compromissos quando ouviu a amável camareira do Overlook resmungando.
- O quê aconteceu, Delores! Qual a razão do resmungo.
- Ora, Sr. Andy, é o hóspede do 128, o Sr. Vic Donati, ele nunca come minhas torradas e nem bebi o chocolate quente que deixo no criado mudo. Hoje fui limpar a suíte dele, e parece que há séculos ele não aparece por lá. Como fiquei impossibilitada de comparecer no trabalho durantes os últimos dias, devido a um tombo provocado pela mangueira de incêndio: Eu juro que a mangueira estava em seu lugar quando passei por ela. Quando entrei me deparei com as torradas cobertas de mofo e o chocolate estragado, e sem ambos terem sido tocados. Será que minhas torradas e meu chocolate são tão ruins assim?
- Calma, Delores, calma!- Andy envolveu a jovem camareira num abraço fraterno.- Não há nada de errado com sua culinária, acredite, é a melhor do Colorado. É que nosso bom Sr. Donati nunca lembra onde fica sua suíte. Apesar de já ter-lhe dito muitas vezes. Ele prefere dormir no Salão Colorado ou nas suítes de seus amigos. Não fique nervosa por conta disso, certo?
- Obrigada, Sr. Andy! É que estou muito emotiva esses dias, e acabo pensando que não faço os meus deveres direito.
- Você é a melhor camareira que um hotel poderia ter, Delores. A melhor, ok? E pode deixar que eu falarei com o Sr. Donati. Agora vá descansar que seu turno já acabou.
- Deus lhe abençoe, Sr. Andy, e até amanhã.
- Até amanhã, Delores. Descanse em paz.
Andy ficou observando a dedicada camareira se dirigir para seu quarto, e aproveitou para anotar em seu caderno: “Avisar (mais uma vez) ao Sr. Vic Donati que sua suíte é a 128″.

 

FIM


AÇOITE

Novembro 5, 2008

Os guardas levaram Charlie, devidamente acorrentado até a praça pública, onde seria açoitado como exemplo.

- Parem, parem, tenham piedade!- gritava o refém entre lágrimas e tentando fincar os pés no solo, afim de adiar o castigo eminente.

- Calado, traste! Seu tempo findou. Tiveste a oportunidade e a deixastes escapar. Agora é tarde. Levem-no.

O conduziram até a plataforma de madeira, onde o seu algoz estava esperando com o chicote na mão. Várias lamentações foram ditas da boca do réu, mas não foram suficientes para acalmar a ira da plebe, que gritava ensandecida: “Mentiroso, mentiroso”.

Suas mãos foram amarradas em torna da coluna. Ao ouvir o estalar do chicote no ar, ele trincou os dentes e apertou os olhos, aguardando o couro do chicote lhe cortar a carne.

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De certo que estou precisando mesmo de umas lapadas no lombo. Assim aprendo a manter o foco e não me distanciar da escrita. Entra mês e sai mês e eu não aprendo a escrever algo toda semana no blog. Mas não posso desistir. Preciso manter isso em mente, até que eu aprenda e absorva a lição. Mesmo que seja entre uma chibatada ou outra.

Grande abraço,

Charlie/Andy


Cuidado com os burros motivados

Novembro 5, 2008

Talvez alguns achem o texto um pouco longo, mas vale a pena ir até o fim.

- Charlie/Andy

 

Entrevista com Roberto Shinyashiki
A revista ISTO É publicou esta entrevista de Camilo Vannuchi. O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
‘Cuidado com os burros motivados’
Em ‘Heróis de Verdade’, o escritor combate a supervalorização das
aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTO É – Quem são os heróis de verdade?
Roberto Shinyashiki — Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro
importado, viajar de primeira classe.
O mundo define que poucas pessoas deram certo.
Isso é uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de
funcionários que não chegaram a ser gerentes.
E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.
Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu à
pena, porque não conseguiu ter o carro, nem a casa maravilhosa.
Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa, possa se orgulhar da mãe.
O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes.
Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de
vida, e não para impressionar os outros.
São pessoas que sabem pedir desculpas e admitiram que erraram.
ISTO É — O Sr. citaria exemplos?
Shinyashiki — Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos, empregado em uma farmácia.
Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida.
Eles são meus heróis.
Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem.
Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito ‘100% Jardim
Irene’.
É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes.
O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana.
Em países como o Japão, a Suécia e a Noruega, há mais suicídio do que
homicídio.
Por que tanta gente se mata?
Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher, que
embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego, que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTO É — Qual o resultado disso?
Shinyashiki — Paranóia e depressão cada vez mais precoce.
O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de
inglês, informática e mandarim. Aos nove ou dez anos a depressão aparece.
A única coisa que prepara uma criança para o futuro, é ela poder ser
criança.
Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão
roubando a infância dos filhos. Essas crianças serão adultos inseguros e
terão discursos hipócritas.
Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.
ISTO É – Por quê?
Shinyashiki — O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento.
É contratado o sujeito com mais marketing pessoal.
As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência.
Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras.
Disse que ela não parecia demonstrar interesse.
Ela me respondeu estar muito interessada, mas como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa. Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas.
Contratei-a na hora.
Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTO É — Há um script estabelecido?
Shinyashiki — Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um presidente
de multinacional no programa ‘O Aprendiz’?
- Qual é seu defeito?
Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal:
- Eu mergulho de cabeça na empresa. Preciso aprender a relaxar.
É exatamente o que o Chefe quer escutar.
Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido?
É contratado quem é bom em conversar, em fingir.
Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.
O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse:
‘Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir’.
Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor!
ISTO É — Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki — Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se
preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se
preocupam com o conhecimento.
Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é
competência.
Cuidado com os burros motivados.
Há muita gente motivada fazendo besteira.
Não adianta você assumir uma função, para a qual não está preparado.
Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão.
Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso, para o qual eu não estava preparado.
Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia.
O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTO É — Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki — Falta às pessoas a verdadeira auto-estima.
Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa.
Antes, o ter conseguia substituir o ser.
O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do
garçom.
Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser, nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer.
As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam.
E poucos são humildes para confessar que não sabem.
Há muitas mulheres solitárias no Brasil, que preferem dizer que é melhor
assim.
Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTO É — Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos
perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki — Isso vem do vazio que sentimos.
A gente continua valorizando os heróis.
Quem vai salvar o Brasil? O Lula.
Quem vai salvar o time? O técnico.
Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.
O problema é que eles não vão salvar nada!
Tive um professor de filosofia que dizia:
‘Quando você quiser entender a essência do ser
humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um
jantar no Palácio de Buckingham’. Pode parecer incrível, mas a rainha
Elizabeth também tem diarréia.
Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas
que não deram certo.
A gente tem de parar de procurar super-heróis, porque se o super-herói não
segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTO É — O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki — Exatamente.. A gente não é super-herói nem superfracassado.
A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza.
Não há nada de errado nisso.
Hoje, as pessoas estão questionando o Lula, em parte porque acreditavam que ele fosse mudar suas vidas e se decepcionaram.
A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria
vida é delas.
ISTO É — Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki — Tenho minhas angústias e inseguranças. Mas aceitá-las faz
minha vida fluir facilmente.
Há várias coisas que eu queria e não consegui.
Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos). Meu filho mais velho
nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos.
Com uma criança especial, eu aprendi que, ou eu a amo do jeito que ela é,
ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que
fosse.
Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo.
O resto foram apostas e erros.
Dia desses apostei na edição de um livro, que não deu certo.
Um amigão me perguntou:
‘Quem decidiu publicar esse livro?’
Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu. Não preciso mentir.
ISTO É – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki — O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas
cederem a essa tirania e tentar evitá-las.
São três fraquezas:
A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a
terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram.
Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno.
Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards.
Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill
Gates.
O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTO É — Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki — A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras
da sociedade…
A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se eles não
tivessem significados individuais.
A segunda loucura é:
Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é:
Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo
absurdo.
Por fim, a quarta loucura:
Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe.
Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz, enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com
amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo à praia ou ao
cinema…
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais.
Todos os dias morriam nove ou dez pacientes.
Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
‘Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei à vida inteira, agora eu
quero aproveitá-la e ser feliz’.
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a
felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro
em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.

A Sabedoria do Tribunal do Júri

Novembro 5, 2008

Realmente, tudo é uma questão de pespectiva.

- Charlie/Andy

 

Advogar exige raciocínio rápido e inteligência…
 

Na Inglaterra um réu estava sendo julgado por assassinato. Havia
evidências quase indiscutíveis sobre a sua culpa, mas o cadáver não
aparecera.
Quase ao final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que
seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque:
- “Senhoras e senhores do júri, senhor Juiz, eu tenho uma surpresa
para todos”, disse o advogado, olhando para o seu relógio.  ”Dentro de
dois minutos, a pessoa que aqui se presume assassinada, vai entrar na
sala deste Tribunal.”
E olhou para a porta. Os jurados, surpresos, também ansiosos, ficaram
olhando para a porta. Decorreram-se dois longos minutos e nada
aconteceu.
O advogado, então, completou:
- “Realmente, eu falei e todos vocês olharam para porta com a
expectativa de ver a suposta vítima. Portanto, ficou claro que todos
têm dúvida neste caso, se alguém realmente foi morto. Por isso insisto
para que vocês considerem o meu cliente inocente”.
Os jurados, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decisão final.
Alguns minutos depois, o júri voltou e pronunciou o veredicto:

- “Culpado!”
- “Mas como?” perguntou o advogado… “Eu vi todos vocês olharem
fixamente para a porta, é por se concluir que estavam em dúvida! Como
condenar na dúvida?”
E o juiz esclareceu:
- “Sim, todos nós olhamos para a porta, menos o seu cliente…”
 
 

MORAL DA HISTÓRIA:  NÃO ADIANTA SER UM BOM ADVOGADO SE O CLIENTE FOR BURRO “.

(autor desconhecido)


Primeira Piada de Homem Loiro

Novembro 5, 2008

Bom, na verdade estava demorando para acontecer, hehehe.

- Charlie/Andy

 

PRIMEIRA PIADA DE HOMEM LOIRO 

Um japonês, um baiano e um loiro estavam trabalhando na construção de um edifício de 20 andares. Eles começaram a abrir suas marmitas para almoçar e o

japonês disse, irritado:

- Sushi com sashimi de novo! Se eu abrir essa maldita marmita amanhã e encontrar sushi com sashimi me jogo desse prédio!

O baiano abriu sua marmita e gritou:

- Vatapá de novo! Se amanhã meu almoço também for vatapá, me jogo daqui de cima!

O louro abriu a sua e disse:

- Sardinha de novo! Não!!! Se meu sanduíche amanhã for de sardinha de novo, me jogo daqui de cima também!

No dia seguinte o japonês abriu sua marmita, viu o sushi com sashimi e pulou para a morte. O baiano abriu sua marmita, viu o vatapá e pulou também.

O louro abriu o sanduíche, viu que era de sardinha e também se jogou do prédio.

No enterro, a mulher do japonês chorava sem parar, dizendo:

- Se eu soubesse o quanto ele estava cansado de comer sushi com sashimi, eu nunca mais teria posto na marmita dele!

A mulher do baiano também chorava:

- Eu poderia ter feito acarajé ou cuscuz! Não percebi o quanto ele estava odiando comer o vatapá!

Todos se voltaram e olharam para a esposa do loiro:

- Ei, nem adianta olharem pra mim! Quem preparava a marmita do meu marido sempre era ele mesmo!!!

 

 

(autor desconhecido)


O DVD

Novembro 5, 2008

Micro-Conto escrito especialmente para o grupo de discussão sobre Stephen King: http://br.groups.yahoo.com/group/overlook_hotel/

- Charlie/Andy

 

Escrito por J. C. Santana/Andy Dufresne

Andy levanta a cabeça e vê sua amiga Rose Madder se aproximar. A jovem se aproxima da mesa em que o gerente do Overlook está sentado e lhe sorri.
- Faz tempo que está esperando?
- Acabei de chegar – lhe responde Andy, também sorrindo.
- Nossa! Acho que já vi isso em algum lugar – os dois riem.- Só falta me dizer que meu cabelo está lindo – e os dois riem mais ainda.
A jovem se senta e deposita algo na mesa.
- Olha o que eu lhe trouxe – diz ela empurrando o objeto até o alncançe de Andy
- Não acredito! É ele mesmo? O DVD de “O Nevoeiro” – diz Andy todo entusiasmado.
- Sim, o próprio! lhe sorri a jovem hóspede.- Eu te disse que não estava louca. Tem tudo o que lhe falei.
Andy passa os olhos pela capa do DVD, e constata, com muita alegria, que o que sua amiga lhe havia dito era verdade. De alguma forma ela havia conseguido o DVD do novo filme baseado em um conto do mestre Stephen King “O Nevoeiro”, que ainda não havia sido lançado nos cinemas daquela região.
- Muito bom! Vou passá-lo hoje à noite para os hóspedes fiéis – disse todo animado o gerente do Overlook.- Estava querendo muito ver as cenas
deletadas. Garçon o Menu – gritou ele levantando o dedo indicador esquerdo.

 

FIM


Aborto

Novembro 5, 2008

Texto interessante sobre a determinação de uma mulher referente ao aborto de seu filho.

- Charlie/Andy

Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
- Doutor, o sr. terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu
bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero

filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e

outro…

E então o médico perguntou : Muito bem. E o que a senhora quer que eu faça?

A mulher respondeu : Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua

ajuda.

O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse para a

mulher : Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E

é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.

E então ele completou : Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar

com os dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar

este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter

o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar,

não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar

este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não

correrá nenhum risco…

A mulher apavorou-se e disse : Não doutor! Que horror ! Matar um criança

é um crime!.

Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por

um momento pensei em ajudá-la. O médico sorriu e, depois de algumas

considerações, viu que a sua lição surtira efeito.

Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que

nasceu e mata r uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.

 

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!

(autor desconhecido)