AÇOITE

Os guardas levaram Charlie, devidamente acorrentado até a praça pública, onde seria açoitado como exemplo.

- Parem, parem, tenham piedade!- gritava o refém entre lágrimas e tentando fincar os pés no solo, afim de adiar o castigo eminente.

- Calado, traste! Seu tempo findou. Tiveste a oportunidade e a deixastes escapar. Agora é tarde. Levem-no.

O conduziram até a plataforma de madeira, onde o seu algoz estava esperando com o chicote na mão. Várias lamentações foram ditas da boca do réu, mas não foram suficientes para acalmar a ira da plebe, que gritava ensandecida: “Mentiroso, mentiroso”.

Suas mãos foram amarradas em torna da coluna. Ao ouvir o estalar do chicote no ar, ele trincou os dentes e apertou os olhos, aguardando o couro do chicote lhe cortar a carne.

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De certo que estou precisando mesmo de umas lapadas no lombo. Assim aprendo a manter o foco e não me distanciar da escrita. Entra mês e sai mês e eu não aprendo a escrever algo toda semana no blog. Mas não posso desistir. Preciso manter isso em mente, até que eu aprenda e absorva a lição. Mesmo que seja entre uma chibatada ou outra.

Grande abraço,

Charlie/Andy

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