Aborto

Novembro 5, 2008

Texto interessante sobre a determinação de uma mulher referente ao aborto de seu filho.

- Charlie/Andy

Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
- Doutor, o sr. terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu
bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero

filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e

outro…

E então o médico perguntou : Muito bem. E o que a senhora quer que eu faça?

A mulher respondeu : Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua

ajuda.

O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse para a

mulher : Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E

é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.

E então ele completou : Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar

com os dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar

este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter

o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar,

não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar

este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não

correrá nenhum risco…

A mulher apavorou-se e disse : Não doutor! Que horror ! Matar um criança

é um crime!.

Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por

um momento pensei em ajudá-la. O médico sorriu e, depois de algumas

considerações, viu que a sua lição surtira efeito.

Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que

nasceu e mata r uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.

 

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!

(autor desconhecido)

 

 

 


FOME

Outubro 28, 2008

Caros amigos,

 Este é meu  conto mais recente. Espero que gostem.

 - Charlie

 

             Ele ansiava por não esperar demais. Nas últimas vezes as coisas tinham ficado mais demoradas. Talvez sua fome é que tinha se tornado maior, muito maior, e talvez fosse isso que o deixava mais ansioso. Tinha que saciar a fome. Sua imensa fome. Uma fome que o devorava por dentro.

            Mas sabia que tinha de ter cautela, muita cautela. Essa ânsia por comida estava deixando de ser controlada. Mas era necessário manter a calma. Senão tudo poderia se perder. Um animal precisa ter paciência e estratégia para poder apanhar seu alimento. Os grandes felinos eram criaturas fantásticas na arte de caçar. Ele tinha que fazer o mesmo para conseguir seu alimento. Tinha que ser um bom estrategista, além de ser cauteloso e rápido.

            Suas presas poderiam se assustar se seus movimentos fossem feitos de uma maneira mal pensada. Caso isso acontecesse, seria necessária uma paciência ainda maior para poder apanhar a próxima vítima. Não poderia correr o risco de ficar muito exposto. De afugentar seu delicioso alimento. Isso aumentaria ainda mais sua fome. E ele não estava disposto a enfrentar essa fome tamanha. Se fosse obrigado a isso, teria certeza de que sua sanidade não estaria mais presente. Se é que isso, de fato, já não tinha acontecido.

            A fome era algo impressionante. Ela era capaz de transformar qualquer um. Tudo se tornava possível para saciar esse desejo. Tudo seria tentado. Poderia até levar à própria morte.

            Já fazia algum tempo em que começou a enfrentar esse desejo de apaziguar o sintoma, que o corpo lhe pedia tanto. No começo, até tentou controlá-la, mas aos poucos aquele desejo foi se tornando maior, mais dominante, mais enlouquecedor.

            Na época vagava em busca de qualquer coisa que lhe fosse comestível, que não oferecesse muito esforço para obter. Latas de lixo, geralmente ao lado de alguns comércios, eram sua principal fonte de busca. Mas aos poucos, aqueles alimentos já não o estavam satisfazendo. A fome começava a lhe apertar muito mais as entranhas, como uma grande morsa. Por vezes a sensação que tinha era de que iria colocar as próprias tripas para fora. Tamanha era a pressão que vinha de dentro do corpo.

            Foi numa tarde fria, sentado no banco da praça que ele pôde observar o maravilhoso ataque daquele gato. Um ataque rápido e preciso no meio daquele bando de pombos. O felino havia se escondido por trás de uma árvore, e quando os pombos menos esperavam, o gato pulou sobre um deles, fincando os pequenos dentes pontiagudos em seu frágil pescoço, matando a ave instantaneamente.

            Aquela visão havia mudado seu modo de pensar. Ele tinha que agir conforme o gato. Para tanto, ele começou a “treinar” com os pombos. Ali havia muitos pombos. Aves desprezíveis. Sempre incomodando os que paravam nos bancos para uma pausa no cotidiano. Aqueles arrolhos perturbadores, transformando sua cabeça num grande amplificador. Sem contar com seus excrementos, que pareciam mísseis teleguiados. 

            As aves ficavam tão descuidadas com as guloseimas que lhe eram lançadas, que não era difícil de serem capturadas. Aos poucos ele foi se tornando hábil na captura dos pombos. Alguns que o viam fazendo aquilo o tomavam como louco: “Coitado, esse não tem mais jeito”, e virando a cara o deixavam com a pequena presa segura nas mãos.

            Foi nessa época que ele começou a provar da carne das nojentas aves. Mas a carne não lhe agradava muito. O gosto não era de todo ruim, mas não era o que estava procurando. Aquela substância não lhe dava energia suficiente. Ele precisa de um outro tipo de alimento para lhe manter forte e disposto.

            Certa vez ele estava lendo uma matéria em uma revista velha, que o dono de um sebo lhe deu, onde falava de uma tribo de canibais, devoradores de homens. E a matéria dizia que os índios canibais tinham uma grande preferência à carne humana porque essa lhe dava uma energia muito maior do que qualquer outra carne. Além de ser mais saborosa, na opinião dos pequenos devoradores de homens.

            Os canibais atribuíam poderes mágicos conquistados através da ingestão de carne humana. Poder esse que prolongava a vida de quem a consumia. Quem sabe até poderia se alcançar a eternidade.  E isso não seria maravilhoso? Ser imortal? Claro que era. E isso era o que ele estava disposto a fazer. Comer carne humana para alcançar a imortalidade.

            Tendo determinado esse novo objetivo, ele começou a procurar uma vítima apropriada para seu primeiro ato de canibalismo. Seu primeiro alvo foi um mendigo, que dormia próximo de onde ele perambulava. Seria fácil atrair a atenção do mendigo, pois esses indivíduos fariam qualquer coisa por uma boa garrafa de cachaça.     

A armadilha estava pronta, agora era só esperar o peixe morder a isca. E ele mordeu. Não foi muito difícil. Bastou balançar a garrafa na frente da vítima e levá-la para um beco próximo e o acertar na cabeça com um porrete. O mendigo nem chegou a ver o que lhe aconteceu, pois estava com os olhos fechados, entornando a bebida pelo gargalo. O corpo despencou ao chão e não ofereceu nenhuma resistência. O local era totalmente ignorado pelos demais curiosos. Muitos faziam questão de passar longe do beco, com medo de serem assaltados ou ameaçados pelos pivetes e moradores de rua. Assim, ficou fácil para ele cortar o mendigo, lhe invadir as entranhas e lhe retirar os órgãos, para saboreá-los ainda quente. A sensação era diferente de tudo que já havia experimentado até então.

Mas, ao longo dos dias nada de novo lhe acontecia. Já havia experimentado quatro vezes o sabor da carne humana, e nenhuma mudança, além das já esperadas, após uma boa refeição. Nada que o fizesse se tornar mais imortal. Algumas dores haviam passado, as forças estavam voltando aos poucos, mas nada comparado ao que se achava ser um caminho para a imortalidade. Logo uma outra matéria lhe trouxe a questão que o deixava em dúvida. A qualidade do alimento. O problema estava na qualidade da carne.

 Os mendigos não eram boas fontes de alimento. Sua carne não prestava para seus propósitos. Era uma carne estragada, pobre. Maltratada pelos vários vícios de seus donos. Ele tinha que arrumar uma outra fonte de alimento. Um alimento mais saudável.

A matéria alertava sobre as diferenças de se consumir um alimento fora dos padrões de saúde. E quanto mais saudável fosse a fonte, melhor as propriedades de saúde do alimento. Portanto, a partir daquele momento só lhe serviria carne de primeira. E começou a traçar uma maneira de saciar a fome e alcançar seu intento.  

            Nos primeiros dias que se seguiram à procura da uma nova fonte de alimento, a fome voltou a se fazer presente. Ele havia tido um certo controle, enquanto se saciava  da carne dos mendigos. Mas conforme foi deixando de consumir a carne, a fome foi se tornando mais agressiva. Ele começou a se sentir mais fraco, e o raciocínio também começou a ser atingido. Pois, sem alimento o cérebro começou a lhe pregar peças e a lhe cobrar uma assistência maior. Delírios e pesadelos começaram a povoar sua mente. Muitas vezes não sabia se estava acordado ou dormindo. A fome era a responsável por o deixar assim. A sanidade se extinguindo, escapando entre os dedos como areia.

            Foi numa noite fria que a nova fonte de alimento lhe apareceu. Ele perambulava entre os becos procurando algo nos sacos e latas de lixo, como fizera durante tanto tempo da sua desprezível vida, que ele viu aquelas pessoas se acomodando em fila. Vários mendigos se preparando para receberem algo. Outras pessoas se aproximavam deles e lhes entregavam um marmitex. Ele se aproximou da multidão e procurou ver o que estava acontecendo.

            Conseguiu ouvir um trecho de conversa entre dois mendigos: “Puxa, não via a hora de receber a sopa. Minhas tripas estavam dando nó”, “As minhas também. Essas pessoas tem um bom coração. São pessoas puras”, comentou o outro. E foram essas palavras que ficaram ecoando em sua mente: “Pessoas puras”. Sim, a melhor refeição, de fato, não era a sopa, mas sim as “pessoas” que serviam a sopa. Ele precisava provar-lhe a carne para saber se realmente havia alguma diferença. Se as “pessoas puras” tinham um gosto melhor e diferente. Ao simples fato de “pensar” na carne sendo mastigada por seus dentes, a fome também se manifestou contorcendo-lhe e lhe mordendo por dentro. A saliva pingava de seus lábios, como baba de um cão raivoso.

            A investigação não foi demorada. Depois de conversar com mais alguns moradores de rua ele ficou sabendo que aquele pessoal da sopa aparecida duas vezes por semana, durante o horário noturno para distribuir algumas quentinhas para os necessitados. Durante os dias que separavam a próxima entrega, ele ficou matutando um modo de poder agir. A fome continuava lhe apertando de todos os lados, mas ele tinha que se concentrar para resolver a questão o mais rápido possível, ou acabaria louco com as mordidas, arranhadas e compressões internas. Sem contar com as pontadas na cabeça, que se tornavam cada vez mais fortes. Numa trégua da sua terrível dona, a fome, ele conseguiu manipular a ação que usaria na noite seguinte. Passou tudo, tim-tim por tim-tim, e ficou aguardando o momento exato para agir.

            Caia uma garoa fina na noite fria. Ele ficou encolhido, aguardando sua presa se aproximar. Logo ouviu o barulho do carro estacionando próximo do beco. E em instantes uma fila já começava a se formar ao lado do veículo. Ele permaneceu no mesmo lugar, tremendo um pouco, pelo efeito da garoa, mas principalmente pela excitação do momento.

            Aos poucos a fila foi diminuindo, restando poucos indivíduos. Ele saiu um pouco mais do beco, deixando seu corpo à mostra na noite fria. Mancava um pouco, e gemia baixinho. Aqueles sons chamaram a atenção de uma das jovens que estava distribuindo a sopa. Preocupada, ela foi até o mendigo agonizante ver o que poderia fazer. Pessoas de bom coração se preocupam muito com os seres que estão precisando de ajuda. Aquela era a oportunidade que ele estava esperando.

            - Você está bem? Quis saber a jovem

            - Um pouco… fraco.

            - Tenho uma sopa que irá lhe restaurar as forças – disse a jovem se abaixando.

- Obrigado! Disse ele com mesura. – Será que tem um pouco para meu cãozinho? Ele está muito quietinho, acho que está muito doente.

- Pobrezinho! Onde ele está? – quis saber a preocupada voluntária da sopa.

- Ali, atrás da caçamba. Por favor, dê uma olhada nele. Estou muito preocupado. Ele ainda é filhote, e meu único companheiro.

- Claro que olho, pobrezinho – e se dirigiu ao fundo do beco.

Ao se aproximar da caçamba ela notou um monte de cobertas e panos amontoados. O pobre animal deveria estar enrolado nas cobertas. Abaixou-se e começou a revirar as cobertas.

- Ei, cãozinho? Você está bem?- nenhum movimento entre as cobertas. – Ele não está… – e a frase nunca foi terminada. O porrete lhe desceu violentamente na cabeça. Causando traumatismo craniano e levando-a a morte.

Depois do golpe ele rasgou-lhe o abdômen, retirando rapidamente alguns órgãos e enrolou o corpo nas sujas cobertas. Deixando assim o local e desaparecendo na chuva fina que caia insistentemente na cidade.

Ao atingir um kilômetro de distância ele entrou em outro beco, pois a fome já se manifestava de maneira altamente agressiva. Não dava mais para esperar, ele tinha que saciá-la o quanto antes. O “cheiro” da carne o estava deixando louco. Desembrulhou os panos maltrapilhos, que escondia os órgãos tão desejados, e ficou a admirá-los por um instante. Era maravilhoso. A coloração era totalmente diferente dos órgãos dos mendigos que ele havia vitimado. Era uma coloração mais acentuada. Mais “viva”. Mais exuberante. A sabia lhe encheu a boca e começou a transbordar. Seus dentes cravaram a carne macia e uma explosão de delírios e êxtase lhe invadiu a cabeça. Manjar dos Deus. Sim, aquilo era totalmente diferente. Ele podia sentir a vivacidade tomando conta de seu corpo. O sabor, o cheiro, tudo era prefeito. Era aquilo que estava faltando para que ele alcançasse a imortalidade. Se Deus criou a carne, e lhe deu  a vida. Através da carne ele iria “ganhar” mais vida. O jato de esperma, que agora lhe enchia das calças não foi notado de imediato. Ele só se daria conta daquilo depois, quando o líquido já houvesse endurecido o pano.

Seus companheiros notaram a falta da amiga somente vinte minutos mais tarde. E como não a encontraram, chamaram a polícia. O corpo foi encontrado 1h30m depois.

No dia seguinte algumas manchetes de jornal traziam a notícia: “Jovem voluntária, de 19 anos, é encontrada morta depois de distribuir sopa a indigentes. Polícia não tem pistas do assassino”.

Esse não foi o único caso de jovens serem encontradas sem os órgãos. O caso acabou virando um desafio para a polícia, que tentava de todas as maneiras descobrir o responsável dos crimes hediondos. Com toda a ação da polícia em encontrar o assassino, o cerco estava se fechando, e fazendo com que seus ataques ficassem mais difíceis. Mas agora ele não poderia mais parar. A fome não iria permitir. As sensações que tanto esperava já começavam a aparecer. O cansaço era menor. A vitalidade era sentida de maneiro assustadora. Portanto, ele tinha que continuar com seu propósito. Mas tinha que tomar cuidado, muito cuidado. O perigo se mostrava mais presente, mais próximo. Mas o risco era necessário. A fome tinha de ser saciada. Tinha de ser acalmada.

E lá estava a ele. Um animal espreitando sua vítima.  Estudando seus movimentos, antes do bote fatal. E a presa se aproximava, meio arrisca, mas curiosa. A pessoas de “bom coração” geralmente eram assim. Havia uma força que as forçavam a enfrentar certos perigos. A tentarem usar seu dom para ajudar alguém. Mesmo que essa ajuda colocasse sua própria segurança em risco. E isso é que as tornavam presas mais fáceis. O cuidado com a vida do próximo. E isso fazia toda a diferença.

Não era uma presa jovem, como as últimas. Mas era saudável, e isso importava mais. A carne saudável era seu objetivo. Ela é que faria com que ele continuasse em sua metamorfose carnal.

Ao se aproximar ela notou que ele tremia e suava muito. Ouvia até pequenos gemidos de dor e angústia daquela pobre criatura. Tão sofrida e desprotegida na noite fria de inverno.

- Por… favor… tenho… muita fome…e muito… frio – gania o pobre ser maltrapilho.

- O senhor está bem? Perguntou a mulher.

- Tenho… fome… muita fome – foram suas palavras em resposta. – Acho que… estou doente…, doente de foomeeeeee – grunhiu ele.

Compadecida com o sofrimento do moribundo a mulher abriu a bolsa em busca de algumas moedas.

- Moça… você poderia… olhar se meu cãozinho está bem. Ele está… muito quieto… eu estou com medo…por favor…

O pobre coitado parecia desesperado.

- Eu olho sim. Onde ele está? Perguntou ela comovida com a preocupação do mendigo.

- Ali atrás. Está enrolado nas cobertas, ao lado da caçamba.

 

 

FIM


NOME DE FILMES

Setembro 25, 2008

Mutias vezes não sabemos de onde vem a imaginação dos títulos de filmes. Aqui estão alguns exemplos de como essas idéias surgem na mente de seus criadores. Realmente, os brasileiros tem muita imaginação.

- Charlie

 

Numa cidade havia muitas motos Yamaha e só duas  Honda.
Qual o nome do filme?
 ‘Poca Hondas’

 

 

O filho e o pai se despediram rapidamente.
Qual o nome do filme?
 

‘Tchau Pai, Tchau Filho’
 

 

Uma moça usava um grampo que começou a enferrujar.
Ela então pediu a uma costureira que o forrasse.
Qual o nome do filme?
‘Forre este Grampo’

 

 

Um menininho tinha um gatinho chamado Tido, que toda
noite dormia num cestinho. Um belo dia, o menininho foi procurá-lo
e não o achou.
Qual o nome do filme?

‘O Cesto sem Tido’      

 

 

Um homem aceitou um desafio de beber 1.000 latinhas
de Coca-Cola de uma vez, ele tomou 999 latas e não agüentava mais.
Qual o nome do filme?
‘Mil São Impossível’

 

 

Um anão tinha o lábio inferior muito grande. Quando
ele andava, seu lábio balançava de um lado para o outro.
Qual o nome do filme?
Anão que balança o beiço’

Era uma vez a pequena Marina que, para fugir da rotina da fazenda,
Resolveu pegar seu lindo pônei e ir passear nos campos silvestres.
De repente, apareceu uma terrível manada de milhares de éguas em
disparada, e atropelou a menininha.
Qual o nome do filme?

Vinte mil éguas sobre Marina’   

O sujeito vai à feira e sai com uma alface escondida na sacola.
Qual o nome do filme?

‘Alface Oculta’

 

Num lugar onde só existiam pizzas, as de aliche
foram expulsas pelas de Ervilha.
Qual o nome do filme?

‘Aliche no país das más ervilhas’

 

Um chiclete conheceu uma chicletinha, se casaram e
tiveram vários  chicletinhos.
Qual o nome do filme? *

‘A Família Adams’

 

Um casal de piolhos se amavam muito e tiveram diversos filhotes.
Qual e o nome do filme ?

‘Lêndeas da Paixão’

 

 

Robin vivia enchendo o saco de seu irmão caçula. Até que este contou tudo
Para a sua mãe.
Qual e o nome do filme ?
‘Bate, mãe, em Robin’
                   

 

 

Um homem e uma mulher, ambos sem os dois braços,
decidiram casar, e algum  tempo depois tiveram filho.
Qual e o nome do filme ?
‘Ninguém segura este bebê’   

 

 

Um cara comeu um quilo de alho e depois escovou os dentes.
Qual e o nome do filme ?*
‘Mudança de hálito’

 

Para comprar uma bola, um homem teve que escolher entre a vermelha e a
Azul. Ele escolheu a vermelha.
Qual e o nome do filme ?

 ’Largou a Azul’

 

Um homem tinha como profissão cuidar de ursos. Certo
dia ele largou a profissão.
Qual o nome do filme ?

‘O ex-ursista’

 

Numa festa de aniversario um menino insistiu com o pai para que pegasse
uma bexiga para ele estourar. Qual o nome do filme ?

‘Tó, estore!’

 

 


          
A Ana Maria Braga chamou a Hebe de perua.
Qual o nome do filme?
‘Olha quem está falando!’ 

                 

 


Mandar no Tempo

Setembro 23, 2008

Caramba, quase um mês sem postar nada no blog. Tsk, tsk, tsk. Assim não consigo cumprir com o prometido em sempre postar alguma coisa toda semana. Mas quero ver se tomo tento e me dedico mais ao meu espaço virtual.
Tudo na vida tem que ter disciplina. Se a gente não cria o hábito, já era. É preciso que a gente tenha o compromisso de alcançar aquilo que sonhamos. Os planos devem ser traçados, e seguidos. Pois de nada adianta planejarmos se não colocamos mãos à obra. É o que o velho ditado diz: “Não se vence uma batalha sem lutar”. É a mais pura verdade.
Portanto, terei de me educar em não deixar que o passar do tempo me afaste dos meus objetivos.

Um grande abraço a todos,

   Charlie


Desabafos de um bom marido

Setembro 23, 2008

Texto muito interessante, e por vezes (eu disse por vezes) verdadeiro, hehehe.

- Charlie

 

- Minha esposa e eu temos o segredo pra fazer um casamento durar: duas vezes por semana, vamos a um ótimo restaurante,
com uma comida gostosa, uma boa bebida, e um bom companheirismo. Ela vai às terças-feiras e eu às quintas.
- Nós também dormimos em camas separadas. A dela é em Fortaleza e a minha em São Paulo.
- Eu levo minha esposa a todos os lugares, mas ela sempre acha o caminho de volta.
- Perguntei a ela onde ela gostaria de ir no nosso aniversário de casamento. “Em algum lugar que eu não tenha ido há muito tempo!” – ela disse.
Então eu sugeri a cozinha.
- Nós sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras.
- Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica.
Então, ela disse: “Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar”. Daí, comprei pra ela uma cadeira elétrica.
- Lembrem-se, o casamento é a causa número um para o divórcio. Estatisticamente, 100 % dos divórcios começam com o casamento.
- Eu me casei com a “Sra. Certa”. Só não sabia que o primeiro nome dela era “Sempre”.
- Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la.
- Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha. Ela perguntou: “O que tem na TV?” E eu disse “Poeira”.
- No começo Deus criou o mundo e descansou. Então, Ele criou o homem e descansou. Depois, criou a mulher.
- Desde então, nem Deus, nem o homem, nem Mundo tiveram mais descanso.

- “Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo.
Mas eu sempre acabava tendo outra coisa para cuidar antes: o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim.
Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer. Certo dia, ao chegar em casa,
encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um
tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa.
Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dentes e lhe entreguei.”
Quando você terminar de cortar a grama,” eu disse, “você pode também varrer a calçada.”  Depois disso não me lembro de mais nada.
Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida”.

“O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido…”

 

(autor desconhecido) sorte dele, hehehe.


Acreditando na Boa Ação

Agosto 30, 2008

Caros amigos,

Estava eu voltando para casa, na semana passada, muito preocupado com o estado de saúde da minha sogra, que estava internada na U.T.I., e ao atravessar um dos faróis uma jovem, que estava encostado na parede de um prédio me estendeu as mãos:

- Moço, me compra um pão!

Na preocupação do momento passei direito levantando a mão, num gesto que dizia “não tenho dinheiro”. Mas no meio da minha travessia, parei, olhei novamente para a garota e voltei.

- Você quer um pão? lhe perguntei.

- Quero sim – ela me respondeu.

- Então venha comigo – e a levei para uma lanchonete próxima.

Nos acomodamos no balcão e lhe perguntei o nome. 

- Meu nome é Domênica.

- Quantos anos você tem? quis saber.

- 23. Muito obrigada, moço! Prefiro pedir do que roubar, o senhor não acha?

- Claro que sim. O que você quer comer?

- Um pão com manteiga, moço – disse-me ela gentilmente.

- Você gosta de misto quente?

- O senhor que sabe, moço. Gosto sim.

- E o que quer beber?

- Um café com leite.

Fiz sinal para a garçonete e pedi um misto-quente e um café com leite para a garota.

- Brigada, moço. Eu tô gravida, mas prefiro pedir do que roubar – me repetiu ela. – Mas encontro pessoas boas, moço. Mesmo quando não me dão eu continuo pedindo. Eu não tenho vergonha de pedir.

- Está certo. Você não deve mesmo roubar. Há quanto tempo que você está nas ruas?

- Há três meses, moço.

- E há quanto tempo você está grávida?

- Há 2 meses.

- E você morava onde?

- Em Mauá, conhece?

- Pouca coisa – falei, mas na verdade não conheço nada do lugar.

- Minha mãe era alcólatra, moço. Sempre tava batendo na gente. Então um dia fugi de casa. Não aguentada mais apanhar.

- Certo. E quantos irmãos você tem?

- Tenho um, que também saiu de casa.

- Antes ou depois de você – quis saber.

- Ele saiu antes.

- E sei pai?

- Meu pai morreu. Se ele estivesse vivo, tudo seria diferente. Meu pai era uma pessoa boa, moço. Se ele soubesse que minha mãe tratava a gente como ela tratava, ele tinha matado ela.

- E você não usa drogas, usa?

- Não, moço! Não uso não. Quando me oferecem eu não aceito.

- Isso mesmo. Afinal, você tem que pensar, além de você, nesse bebê que está crescendo na sua barriga.

- Eu estou tentando arrumar um lugar num albergue no Centro. Fiz amizade com umas pessoas lá. Tenho esperança de conseguir um lugar lá, para poder dormir. Porque eles me deixam tomar banho, me dão comida. Mas não posso dormir lá. Assim que conseguir eu vou ver se consigo um trabalho, para poder me sustentar e sustentar meu filho.

- E por enquanro vc dorme onde?

Ela me apontou a praça Rosevelt:

- Durmo lá!

Fiquei imaginando aquela jovem dormindo ao relento, e me abatei uma tristeza. É muito triste nos darmos conto que que existem tantos que sofrem, muitas vezes calados, durante as madrugadas frias.

- Espero que você consiga logo um lugar no Albergue – disse-lhe com sinceridade.

- Obrigada, moço!- disse-me ela, dando uma enorme mordia no sanduiche.

- Mas nunca se envolva com drogas, hein? – altertei ela. – Você mesma deve saber que é um caminho muito perigoso.

- Sei sim, moço. Não quero me envolver com isso não.

- Beleza! Assim fico mais despreocupado. Bom, tenho que ir. Vê se te cuida.

- Obrigada, moço. Deus te abençoe – disse-me ela, me apertando a mão.

- Você também – disse lhe apertando a pequena mão. – Quanto devo? Perguntei à garçonete.

- São 4 reais.

Fui até o caixa e paguei. Me sobrou 6 reais de troco. Voltei até a moça e lhe entreguei uma nota de 5 reais.

- Toma! Pra você comer alguma coisa mais tarde.

Ela olhou a nota, e novamente me apertou a mão: – Muito obrigada, moço!

- Se cuida, menina.

Quando estava saindo um senhor, que estava “esquentando” a goela, me bordou: – Acho que conheço o senhor. O senhor não é o Dr. Guilherme?”

- Não, não sou o Dr. Guilherme – respondi com um sorriso.

- Mas o senhor parece muito com ele.

- Bom, agradeço, mas não sou esse Dr. Guilherme. Fique com /deus.

- O senhor Também.

Quando estava saindo ainda consegui ouvir o senhor falando com o caixa da lanchonete: – Ele é a cara do Dr. Guilherme.

Não conheço esse Dr. guilherme, mas espero que ele possa estar ajudando muitas pessoas. Não sou médico formado. Mas, algumas vezes tento ajudar também. E peço para que deus possa ministrar o remédio da melhor maneria para as pessoas que encontro pelo caminho desta minha humilde vida.


O SENTIMENTO DE CULPA

Agosto 12, 2008

Existem as culpas pequenas e as grandes.
As que ficam por algumas horas e as que perseguem para o resto da vida.
As primeiras são os pequenos pecados do dia-a-dia, as mentiras bobas, os deslizes, que até nos impedem de dormir muitas vezes, mas são passageiras e acabam tornando-se banais e nem se pensa muito.
As últimas são terrivelmente pesadas de se carregar, elas podem destruir a vida toda de uma pessoa.São raras as pessoas que recebem uma condenação de outros por algum ato cometido, que não tentem se defender ou se justificar.
Mas não há quem se condena a si mesmo que procure aliviar sua culpa com desculpas.

A questão não está nas coisas sem conseqüências.
Essas coisas fazem parte das marés do dia-a-dia e perdoamo-nos tão facilmente como cometemos os erros.
A questão está nas culpas que chegam sozinhas, os acidentes pelos quais as pessoas se responsabilizam, as perdas e sofrimentos os quais as pessoas se dizem que poderiam ter evitado se tivessem feito isso ou aquilo e se condenam a cada instante.

As auto-punições não resolvem.
O recusar-se a felicidade não corrige erros, não compensa as dores.
O abandonar-se não faz ir adiante.
Dormir mais horas para não ver passar o tempo não vai diminuir o tempo determinado por Deus para a vida de cada um.
E tentar encurtar esse tempo, dom de Deus, pelos próprios meios, só pode trazer uma condenação eterna, que ninguém merece.

Somos nós nossos juízes mais severos se somos também nossos promotores mais duros.
Mesmo com toda compreensão, com todo amor, toda ajuda possível, não podemos nos livrar de culpas se essa libertação não vem do nosso interior, se ela não vem com a ajuda dAquele que sendo tudo, ainda nos prometeu um coração novo.

Então, o Anjo que o Senhor prometeu estar à nossa volta, nos diz isso:

Não importa em quantos pedaços seu coração foi quebrado, Jesus pode restaurá-lo.

Não importa o que você fez, onde você andou, nem os caminhos que escolheu, Jesus ama você acima das suas escolhas.

Não importa quantas vezes você caiu e quantas se levantou, Jesus pode levantar você de uma vez por todas.

Não importa qual foi seu pecado, se os homens te condenaram ou absolveram, Deus te absolve.

E se Deus absolve…
acredite nEle: você é livre!

 

(autor desconhecido)


SEJA O CISNE…

Agosto 12, 2008


Talvez o maior desafio da vida moderna seja sermos nós mesmos em um mundo que insiste em modelar nosso jeito de ser.
Querem que deixemos de ser como somos e passemos a ser o que os outros esperam que sejamos.
Aliás, a própria palavra “pessoa” já é um convite para que você deixe de ser você.
“Pessoa” vem de ‘Persona’, que significa “máscara”. É isso mesmo:
coloque a máscara e vá para o trabalho.
Ou vá para a vida com a sua máscara.
Talvez o sentido do elogio:
‘Fulano é uma boa pessoa’, signifique na verdade:
‘Ele sabe usar muito bem a sua máscara social’.
Mas qual o preço de ser bem adaptado?
O número de depressivos, alcoólatras e suicidas aumenta assustadoramente.
Doenças de fundo psicológico como síndrome do pânico e síndrome do lazer não param de surgir.
Dizer-se estressado virou lugar-comum nas conversas entre amigos e familiares.
Esse é o preço.
Mas pior que isso é a terrível sensação de inadequação que parece perseguir a maioria das pessoas.
Aquele sentimento cristalino de que não estamos vivendo de acordo com a nossa vocação.
E qual o grande modelo da sociedade moderna?
Querer ser o que a maioria finge que é.
Querer viver fazendo o que a maioria faz.
É essa a cruel angústia do nosso tempo:
o medo de ser ultrapassado em uma corrida que define quem é melhor, baseada em parâmetros que, no final da pista, não levam as pessoas a serem felizes.Quanta gente nós não conhecemos, que vive correndo atrás de metas sem conseguir olhar para dentro da sua alma e se perguntar onde exatamente deseja chegar ao final da corrida?
A maior parte das terapias prega que as pessoas não olham para dentro de si com medo de encontrar a sua sombra.
Porém, na verdade, elas não olham para dentro de si por medo de encontrar sua beleza e sua luz.
O que assusta é o receio de se deparar com a sua alegria de viver, e ser forçado a deixar para trás um trabalho sem alegria.
Mas sejamos francos:
para quê manter um trabalho sem alegria?
Só para atender às aspirações da sociedade?

Basta voltar os olhos para o passado para ver as represálias sofridas por quem ousou sair dos trilhos, e, mais que isso, despertou nas pessoas o desejo de serem elas mesmas.
Veja o que aconteceu a John Lennon, Abraham Lincoln, Martin Luther King, Isaac Rabin?
É muito perigoso não ser adaptado!
Essa mesma sociedade que nos engessa com suas regras de conduta, luta intensamente para fazer da educação um processo de produção em massa.
Porque as pessoas que vivem como máquinas não questionam a própria sociedade.
A maioria das nossas escolas trabalha para formar estudantes capazes de passar no vestibular.
São poucos os educadores que se perguntam se estão formando pessoas para assumirem a sua vocação e a sua forma de ser.
As escolas de música ensinam com os mesmos métodos as mesmas músicas.
Quase todas querem formar covers de Mozart ou covers dos Beatles.
É raro um professor com voz dissonante que diga para seus alunos:
“Aqui você vai aprender idéias, para liberar o músico que existe dentro de você”.
Os MBA’s, tão na moda, na sua maioria, usam os mesmos livros, dão as mesmas aulas, com o objetivo não explicitado de formar covers do Jack Welch ou do Bill Gates.
O que poucos sabem é que nenhum dos dois fez MBA.
Bill Gates, muito ao contrário disso, abandonou a idolatrada Harvard para criar uma empresa na garagem, que se transformou na poderosa Microsoft.
Os MBA’s são importantes para que o aluno aprenda alguns instrumentos de administração.
Mas alguém tem de dizer ao estudante:
“Utilize essas ferramentas para implementar suas idéias, para ser intensamente você”.

Quantos casos de genialidade que foram excluídos das escolas porque estavam além do que o sistema de educação poderia suportar.
Conta-se que um professor de Albert Einstein chamou seu pai para dizer que o filho nunca daria para nada, porque não conseguia se adaptar.
Os Beatles foram recusados pela gravadora Deca!
O livro foi recusado por 13 editoras!
Caetano Veloso foi vaiado quando apareceu com a sua música “Alegria, Alegria!”.
O projeto da Disney Word foi recusado por 67 bancos!
Os gerentes diziam que a idéia de cobrar um único ingresso na entrada do parque não daria lucros.
O genial Steven Spielberg foi expulso de duas escolas de cinema antes de começar a fazer seus filmes, provavelmente porque não se encaixava nos padrões comportamentais e técnicos que a escola exigia que ele seguisse.
Só há pouco tempo é que ele ganhou um título de ‘honoris causa’ de uma faculdade de cinema.
E recebeu o titulo pela mesma razão que foi expulso anteriormente:
ter assumido o risco de ser diferente, por não ceder à padronização que faz com que as pessoas pareçam seres saídos de linhas de montagem.

A lista de pessoas que precisaram passar por cima da rejeição porque não se adaptavam ao esquema pré-existente é infinita.
A sociedade nos catequiza para que sejamos mais uma peça na engrenagem e quem não se moldar para ocupar o espaço que lhe cabe será impiedosamente criticado.
Os próprios departamentos de treinamento da maioria das empresas fazem isso.
Não percebem que treinamento é coisa para cachorros, macacos, elefantes.
Seres humanos não deveriam ser treinados, e sim estimulados a dar o melhor de si em tudo o que fazem.
Resultado:
a maioria das pessoas se sente o patinho feio e imagina que todo o mundo se sente o cisne.
Triste ilusão:
quase todo mundo se sente um patinho feio também.
Ainda há tempo!
Nunca é tarde para se descobrir único.
Nunca é tarde para descobrir que não existe nem nunca existirá ninguém igual a você.
E ao invés de se tornar mais um patinho, escolha assumir sua condição inalienável de cisne!

TEXTO: Roberto Shinyashiki


SENTIMENTOS

Agosto 12, 2008

Quanto tempo dura uma alegria para você?
Se for uma comemoração bacana, algo muito esperado, quanto tempo você comemora?
Se for uma disputa, um campeonato e você for o campeão, quanto tempo dura a emoção do triunfo?
E se for um amor, o primeiro beijo depois de muita batalha?
Quanto tempo seus lábios ficam sentindo esse gostinho, e quanto tempo seu coração fica disparado?Preste atenção nas emoções da alegria, por maior que seja a explosão de felicidade, deixamos escapar os bons momentos pelos vãos dos dedos, parece que nossa alma anseia sempre por algo mais, o amor de ontem vira rotina nos próximos dias, o campeonato tão disputado já virou troféu na galeria, e daquele dia tão lindo, só restam algumas fotos, meio amareladas pelo tempo, pelo desuso.

Já a dor, o sentimento de perda, esse não esquecemos facilmente.
Perceba quanto tempo choramos pelos entes queridos?
Quanto tempo perdido ao lamentar o amor que se foi?
Muitos não recuperam depois de perder um campeonato, outros não conseguem esquecer uma traição, outros não conseguem perdoar qualquer contradição, e arrastam por longos anos, o sentimento da dor, cultivando uma doença na alma, um câncer que não se cura, uma ferida que não seca.

Assim, neste dia que também vamos esquecer rapidamente, guarde a lição do Universo que lentamente constrói, desde filetes de água que um dia serão oceanos, até pequenos grãos de areia que se ajuntam com o vento, e um dia serão montanhas que iremos escalar, seja grato com a vida que te traz oportunidades, saiba agradecer o pão que teu suor conquista, não lamente o que se perdeu, chore apenas pelo que não consegues buscar, porque todas as coisas te são possíveis, neste dia em que a alegria passa ligeiro, e a tristeza quer fazer morada, no coração de quem não aprendeu, que a vida é a jóia mais preciosa, que Deus entregou na mão de um ser especial, a quem Ele carinhosamente chama de filho:
você.

Cuide bem do seu tesouro, a vida é dom de Deus!

Eu acredito em você.

 

(AUTOR DESCONHECIDO)


Novos Remédios

Julho 30, 2008

Remédios que deveriam estar nas prateleiras de todas farmácias, e que podemos usar e enviar a todos os amigos, para todas as situações…

SEMANCOL ®

Indicações: Tratamento da falta de noção em geral. Ótimo para chefes que pedem relatórios e levantamentos enoooormes 10 minutos antes da gente ir embora, ou na sexta ou na véspera de feriado…

Contra-Indicações: Não há. Um pouco de Semancol ® provou ser benéfico a quaisquer usuários.

Efeitos colaterais: Foram relatados alguns casos em que o uso de Semancol ® gera uma forte depressão logo nas primeiras semanas de uso. Normalmente porque o paciente passa a perceber o que fazia/era antes, então surta.

CHÁ DE SUMIÇO ®

Indicações: Medicamento fitoterápico indicado em caso de incômodos agudos de fonte externa. Um saquinho de Chá de Sumiço é capaz de fazer o paciente desaparecer por completo durante um período de duas a três horas.

Contra-Indicações: Não endossamos o uso do chá em casos de: perseguição policial, teste de paternidade, casamentos (civil ou religioso), dia de prova de matemática.

Efeitos colaterais: Após passar o efeito do chá, é comum que o problema externo ainda se mostre presente. Após o consumo do chá e ao fim do seu efeito, alguns pacientes relataram dor de cabeça por conta da chuva de
perguntas do tipo ‘onde raios você se meteu???’

ESQUECIL ®

Indicações: Problemas de coração partido, traumas em geral, Copa do Mundo de 2006.

Contra-Indicações: Pessoas casadas, garçons, gestantes loiras (podem esquecer da gravidez e acabar fazendo uma lipo na barriga).

Efeitos colaterais: Esquecil apaga completamente a memória recente. Cuidado com a superdosagem! Há casos de usuários de Esquecil® que alegaram intenção de votar no Lula.

DESGARGALHOL ®

Indicações: Muito indicado em casos de crises de riso súbitas e inconvenientes, como em velórios, missas, reuniões em que o chefe tem um feijãozinho no dente.

Contra-Indicações: Para os momentos em que o chefe resolve contar piadinhas sem graça, para pessoas que trabalham como claque, mulatas globeleza e o Bira do Programa do Jô.

Efeitos colaterais: O uso contínuo endurece as feições, além de tornar a vida bem mais chata.

CTRL+ZOL ®

Indicações: Gafes e similares. Perfeito naqueles momentos logo após falar uma besteira tão grande que você tem vontade de arrancar sua cabeça, colocar num saco de papel e enterrar no quintal.

Contra-Indicações: Não indicamos a aplicação do medicamento em promessas políticas, no pôquer e nem durante partidas de futebol.

Efeitos colaterais: A superdosagem trava o sistema nervoso central, sendo obrigatório o uso do medicamento Ctrl+Alt+Delina ®

FICABONZIN ®

Indicações: Criancinhas malcriadas e/ou hiperativas, em qualquer idade.
Ficabonzin ® tem em sua fórmula Pesabundil , um composto capaz de criar uma sensação de peso nas nádegas dos pestinhas, mantendo-os sentadinhos no lugar, sem quebrar nada. Contém também antipentelhomicina, que provoca paralisia completa das cordas vocais, impedindo berros e manhas.

Contra-Indicações: Adultos do sexo masculino, que com o tempo passam a produzir espontaneamente Pesabundil em seu organismo. Se você der Ficabonzin® a um adulto destes, nunca mais o inútil se levanta do sofá.

Efeitos colaterais: Maridos que usam Ficabonzin ® em suas esposas, com o intuito de calá-las e fazê-las ir menos ao shopping, devem saber que o Pesabundil pesa mesmo, e que depois de certa idade tudo o que muito pesa, cai!